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Body of Lies ( Rede de Mentiras)

Di Caprio parace que saiu do Filme Diamante de Sangue e deixou a barba crescer para entrar no set de filmagem de Body of Lies – Rede de Mentiras. Em Diamante de Sangue, ele era  Danny Archer o ex-mercenário que contrabandeava diamantes em Serra Leoa; já em Rede de Intrigas, interpreta o agente ada CIA, Ferris.

Apesar de comporem papéis diferentes nas duas produções: em um bandido, no outro mocinho, Dicaprio parece ter o mesmo ar de maturidade de um bom ator especialista em triller.

O filme é bom, deixa o expectador preso à trama até o fim.  A história é comtemporânea e tematiza o terrorismo de forma generalizada sob a tutela de um Osama Bin Laden, espalhando medo por vários países da Europa. A missão de Dicaprio é tentar capturá-lo.

O enredo fica interessante quando o chefe in charge – interpretado pelo ator Russel Crowe-, de Dicaprio começa a atuar de forma pararela. Por essa razão, as estratégias ficam compometidas e o personagem sofre na pele os perigos de emboscadas mal sucedidas. Essas investidas do chefão fazem com que Dicaprio desconfie e quase deista de tudo.

Pistas no caminho dessa investigação levam a um ponto de apoio na cidade de Amâ.  Nesse momento , o enredo começa a alinhavar na trama uma série de países a que Bush chamaria de Países Alinhados ao Bem em contraposição aos Países do Eixo do Mal. Jordânia, é um país amigo e DiCaprio assume o comando das investigações na Embaixada local. É incrível como a intervenção dos EUA em outros países, mesmo que diplomática, transparece como uma verdadeira recolonização. Todo um aparato bélico em prol da cruzada em direção aos mouros.

Mas o fim justifica os meios, já que o simbolo da econômia americana foi aitnigido em ataques terroristas.

Controvérsias à parte, o filme intensifa sua trama a medida que fica difícil capturar o terrorista que não deixa pistas.   

DiCaprio firma sua parceria com o Chefe de Inteligência de Amâ de forma quase cavaleiresca, assumindo uma postura de fidelidade e sinceridade. Mas a diplomacia é rechaçada pelo Big Boss que, novamente, interfere nas estratégias.

Dicaprio tem um plano bilhante, mas nesse meio tempo, com em toda trama de mocinho e bandido, enamora-se por uma mocinha. E nesse envolvimento romântico com uma imigrante iraquina, em Amâ, ele se envolve numa armadilha.

No final, para não sair dos moldes cavaleirescos, o mocinho fica com a mocinha e ponto final. No entanto, fica a mensagem de que os EUA é o grande herói- e não poderia ser diferente. Mas, há uma crítica forte ao mundo árabe , ao mesmo tempo, em que se revela um povo de hábitos diferentes mas que vive de forma digna e honrada. Mas pode ser uma interpretação pessoal.

http://bodyoflies.warnerbros.com/stager/index.html

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