O Amor Não-Inventado
31/12/2008
Períodos curtos
04/02/2009

A Saudade Não-Inventada

Sé é saudade que me remete à você

Sempre que me sinto apenas meio-isso , meio-aquilo

Então assumo que é saudade de fato

Minhas vontades refreadas e que buscam o “start”

Onde está sua bandeira de largada?

Onde está o heliporto, ou porto-seguro no qual posso me ancorar?

Se não és tu; não tenho direção…

É navegação de cabotagem; direção a ermo.

É tudo isso mais sem sentido; com tua presença é relevante

Como esse momento presente sem sua palavra é eterno silêncio

Mesmo em meio as minhas loucuras e coisas sem sentido…

A referência é o afago; o tempero, o toque da tua pessoa

E quanta saudade se enche em mim, e me esvazia sem ti.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *