Quero a morte
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O que eu quero ser

            Não se tem a medida das coisas. Fala de quem algum dia já sofreu. E fala assim descaradamente daquilo que não entende, mas sente. Pois parece com o que acontece agora em minha cabeça-bomba. Numa eterna convulsão meteórica de pensamentos doentios, minha cabeça quase explode. E penso no estar das coisas agora. Tudo indefinido pelo chão.

            Mas deve haver algum controle sobre o sentimento?

            A cabeça pergunta ao detonador impaciente: – Quanto tempo ainda disponho antes que o pensamento mortal desencadeie a explosão maior? Pior, seria se tivesse que apostar em outras repostas senão a que tenho quando seguro o estopim. Seguro forte, como o engodo para meu prazer. E o que fazer?

            O detonador pergunta: – Que faço com minha impaciência de momento? Quero o estouro, a dor, o sofrimento. O que fazer?

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