Diário de um Escritor ( As primeiras páginas: as brancas)

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Diário de um Escritor ( As primeiras páginas: as brancas)

Diário de um Escritor ( Parte 1)

Hoje foi um dia promissor. Adicionei mais duas páginas a minha história. De fato, ela começou de um sonho, de uma imaginação adormecida. Aí alguém falou: – Então, não há mérito para uma estória que não é sua?-  no afã de uma bebida e outra. Mas acordei com se fosse minha a estória, foi minha resposta incontinenti. De alguma forma eu devo buscar a estória e se ela se apresenta num desabafo onírico, qual é minha culpa.

Mas aí, outras questões vêm a minha cabeça como diretrizes importantes. “O que a personagem quer?”  E sei que ela quer alguma coisa, e esta coisa tem a ver com o enredo em si, como a estória vai se desenvolver a história. “Ele vai conseguir?” Meu personagem se enquadra bem nesse esquema do Prof. Stephen Koch, pois ele que alguma coisa na minha história.  “Mas como vou dar? Como ele vai conseguir?” Vou apelar para o fantástico- naturalmente- para a implausibilidade  e ao drama,  vice-versa.

Ele perde o sono- talvez se o tivesse poderia alcançar respostas no subconsciente-, aí fica debruçado sobre seus problemas como se assim, na impotência de sua sina, a resposta fosse a resignação. Ela existe na história, pode ser apenas no início. Mas foi aqui onde parei para observá-lo, saber qual seu próximo passo. Ele não tem nome, tem idade adulta, mas ainda não sei se ele vai continuar a plantar rosas o resto da trama.

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