Lançamento do livro Trilogia do Desejo em Teresina

Financiamento Coletivo: “UMA CAMA QUEBRADA” de Roberto Muniz Dias
04/07/2016
Raroquerer Haraquiri
28/07/2016

Lançamento do livro Trilogia do Desejo em Teresina

 

Roberto Muniz Dias  é romancista, dramaturgo, contista, poeta, artista plástico e mestre em Literatura pela UNB (Universidade de Brasília). Também formado em Direito e Letras Portugês/Inglês. Foi premiado pela Fundação Monsenhor Chaves com menção honrosa pela obra “Adeus Aleto”. Publicou ainda “Um Buquê Improvisado”, “O Príncipe – O Mocinho ou o Herói podem ser Gays” ; Errorragia: contos, crônicas e inseguranças; Urânios; A teia de Germano;Trilogia do desejo (coletânea de romances). Como dramaturgo, escreveu a peça  UMA CAMA QUEBRADA, cuja leitura dramática foi realizada em São Paulo, no auditório da Secretaria de Cultura, e no 23º Festival Mix Brasil. Recentemente foi premiado pela FCP (Fundação cultural do Pará) com o texto teatral AS DIVINAS MÃOS DE ADAM como melhor texto teatral. É autor ainda da peça, não publicada, A VOLTA DO COMETA.
Resumo do livro:
A TRILOGIA DO DESEJO é uma coletânea que reúne os três primeiros romances do escritor Roberto Muniz Dias. Os personagens, na maioria sem nomes, juntam-se nestas histórias que os unem pela descrição psicológica repetida nos três romances. O fio condutor desta pisque plural é o desejo; o desejo pela vida, pelo sexo, pela descoberta, pela entrega. As histórias compõem o que se chama de um romance de formação (Bildungsroman): um homem se transforma físico, moral, psicológica, estética e socialmente durante sua própria trajetória. Os protagonistas são pessoas perturbadas por uma justificativa de seu desejo seja na boemia, na monogamia ou na permissão da reinvenção. Nesta trilogia ADEUS A ALETO, UM BUQUÊ IMPROVISADO e URÂNIOS subsistem numa tentativa de se criar um espaço físico para os personagens psicológicos de Roberto Muniz Dias. O leitor vai atravessar a mente de uma personagem ávida por conhecer a si mesmo, tanto faz o que a construiu no passado ou o que a espera no futuro. A leitura carregará o leitor até certo momento, depois vai soltá-lo no meio da jornada inventada para se desvirtuar. O encontro com certa compreensão vem nas imagens que o leitor vai fazendo de si mesmo e do inexorável Outro.

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