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As divinas mãos de Adam

 

Tudo tem um começo, não é? Pois bem, com o processo criativo não é diferente. A peça surgiu de uma inspiração um tanto quanto esdrúxula. A bem da verdade, seria uma romance; um desafio de escrever sobre um assunto estranho a minha escrita.

Era uma reportagem sobre um ofício realizado por chinesas e que soava bastante estranho para nós ocidentais, tão moralistas e contraditoriamente mundanos.

Seria esta a dicotomia que me instigava a escrever? Sim, de fato era.

O problema é que o livro não saiu. E para dificultar, estava escrevendo ele todo em Inglês.

Mas no mesmo registro do qual eu usava para escrever, eu comecei a elaborar diálogos.

Pronto. As personagens surgiram de forma automática. Dois pontos de vista diferentes e uma tentativa de mediar o conflito. Basicamente é assim que se desenrola a peça AS DIVINAS MÃOS DE ADAM. Obviamente, eu não vou falar mais do texto porque eu tenho certeza de que agora a peça está pronta para sua estreia. E especialmente nas mãos de pessoas, podemos dizer divinas: Mário Cardona, Ana Carolina Rainha e Hector Medina, que dedicaram seu tempo e seu talento para afinar este texto; para dar a tecitura necessária para o palco; para emprestar a alma no ofício da arte cênica.

Fica meu pequeno registro de agradecimento por meio de algumas imagens de suas empreitadas com a carpintaria do texto, da preparação para esta mímese da vida.

OBRIGADO!

 

 

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